CADEIRAS

Amélia Whitaker G. de Oliveira - Cadeira 23
Amélia Whitaker G. de Oliveira - Cadeira 23

Nesse ano, em que corria o breve governo de Nilo Peçanha, em que era inaugurado o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Santos Dumont, na França, realizava seus últimos vôos no Demoiselle e o Acre era anexado ao território brasileiro, nesse ano, em 8 de Agosto, nascia, na Rua Liberdade, Amélia Aparecida, nona filha de Amélia Peres Whitaker e José Maria Whitaker.

Amélia Aparecida cresceu junto com o progresso da cidade: trens, bondes, eletricidade, telefone, automóvel, passavam, aos poucos, a fazer parte da vida cotidiana de então. 

Lili passou a escrever na revista A Cigarra, também pertencente aos Diários Associados, uma coluna, sob o pseudônimo de “Maria Helena”, onde misturava bom senso, bom humor e bons conselhos. Convidada a escolher as obras de ficção a serem publicadas nas duas revistas, travou conhecimento com escritores como Murilo Mendes, Ledo Ivo, José Lins do Rego, Austregésilo de Athayde,  Dinah Silveira de Queiroz, Ascenso Ferreira, Nelson Rodrigues, Odorico Tavares e também Rachel de Queiroz, a qual se tornou sua amiga por toda a vida.

 Nomeada presidente da revista O Cruzeiro, por Assis Chateaubriand, Amélia teve uma presença discreta, mas constante nos rumos das publicações. Nunca permitiu que a vulgaridade manchasse as páginas da revista, incorrendo, às vezes, por isso, na ira de editores mais ousados. 



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