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	<title>Arquivo Cadeiras - Academia Brasileira de Eventos e Turismo</title>
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	<title>Arquivo Cadeiras - Academia Brasileira de Eventos e Turismo</title>
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		<title>GUILHERME ANDRADE DE ALMEIDA – CADEIRA 01</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/guilherme-andrade-de-almeida-cadeira-01/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 22:08:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 01 de Acadêmico Correspondente foi ocupada em 2007, um ano após a fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, pelo português Domingo Hernandez Penã, fundador da Cadeira nº 01 de Acadêmico Correspondente, que indicou Guilherme Andrade de Almeida como Patrono da Cadeira. Guilherme de Almeida (1890-1969) foi poeta brasileiro. O primeiro [&#8230;]</p>
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<p>A <strong>Cadeira nº 01 de Acadêmico Correspondente</strong> foi ocupada em 2007, um ano após a fundação da <strong>Academia Brasileira de Eventos e Turismo</strong>, pelo português <strong><strong>Domingo Hernandez Penã</strong></strong>, fundador da<strong> Cadeira nº 01 de Acadêmico Correspondente</strong>, que indicou <strong>Guilherme Andrade de Almeida</strong> como Patrono da Cadeira.</p>



<p>Guilherme de Almeida (1890-1969) foi poeta brasileiro. O primeiro modernista a entrar para a Academia Brasileira de Letras, ocupou a cadeira nº 15. Era membro da Academia Paulista de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, do Instituto de Coimbra e do Seminário de Estudos Galegos de Santiago de Compostela. Foi também advogado, jornalista e tradutor.</p>



<p>Nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 24 de julho de 1890. Filho de Estevam de Almeida, jurista e professor de Direito, e de Angelina de Andrade. Ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, onde formou-se em 1912.</p>



<p>Estreou na poesia com a obra Nós, em 1917. Sonetista exímio, hábil manejador de versos, recebeu fortes influências de Olavo Bilac e do português Antônio Nobre. Difundiu a Poesia Moderna proferindo a conferência “Revelação do Brasil pela Poesia Moderna”, nas cidades de Fortaleza, Porto Alegre e Recife. Participou da Semana de Arte Moderna, fundando em seguida, a revista “Klaxon”.</p>



<p>Guilherme de Almeida foi redator do jornal O Estado de São Paulo e do Diário de São Paulo. Foi diretor da Folha da Manhã e da Folha da Noite. Fundou o Jornal de São Paulo. Traduziu treze livros de poesia. A crítica ressaltava a excelência de suas traduções. Sabia grego, latim e muito da cultura renascentista. Publicou 26 livros de poesia. Envolveu-se na Revolução Constitucionalista de São Paulo, sendo exilado em Portugal, em 1932.</p>



<p>Guilherme de Andrade e Almeida morreu em São Paulo, no dia 11 de julho de 1969.</p>
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		<title>MAYER GASTON ÂMBAR &#8211; CADEIRA 02</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/mayer-ambar-cadeira-02/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 21:53:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 02 de Acadêmico Correspondente foi ocupada em 2008, dois anos após a fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, pelo brasileiro naturalizado americano Antonio de Lacerda Nogueira, fundador da Cadeira nº 02 de Acadêmico Correspondente, que indicou Mayer Ambar como Patrono da Cadeira. Mayer Gaston Ambar (Cairo, Egito, 02 de julho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p align="justify">A <b>Cadeira nº 02 de Acadêmico Correspondente</b> foi 
ocupada em 2008, dois anos após a fundação da <b>Academia Brasileira de Eventos 
e Turismo</b>, pelo brasileiro naturalizado americano <b>Antonio de Lacerda Nogueira</b>, 
fundador da<b> Cadeira nº 02 de Acadêmico Correspondente</b>, que indicou <b>
Mayer Ambar</b> como Patrono da Cadeira.</p>
<p align="justify">Mayer Gaston Ambar<i><b><font size="2"> (Cairo, Egito, 02 de 
julho de 1926 &#8211; Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 1994) </font></b></i>nasceu 
em 1926 no Cairo, no apartamento da família, com a ajuda da mesma parteira que 
deu à luz todos os filhos de sua mãe Aimée: Nazli Wahba.</p>
<p align="justify">O jovem Mayer Ambar estudou na <b>Escola Francesa do Cairo</b>, 
onde aprendeu francês e árabe. Ele então estudou jornalismo na <b>American 
University of Cairo</b>. No meio de seus estudos universitários, Mayer decidiu 
desistir e se mudar para o <i>Novo Mundo</i>. Enquanto aguardava o visto para os 
Estados Unidos, encontrou o livro &quot;<b><i>Brasil, País do Futuro</i></b>&quot; de 
autoria de Stephan Zweig e decidiu que era para lá que iria.</p>
<p align="justify">Em 1946, aos 20 anos, Mayer chegou ao Rio de Janeiro e se 
mudou para um quarto em Copacabana que alugou da Sra. Zilpa Lipiani, de quem 
manteve amizade até sua morte em 1994. Arrumou emprego na <b>Pan American 
Airlines</b> e <b>Panair do Brasil</b>, onde trabalhou por 11 anos. Nos 
primeiros 5 anos, Mayer também trabalhou como noturno na <b>Radiobrás</b>, onde 
era telegrafista internacional &#8211; trabalho que lhe convinha já que falava 6 
idiomas. </p>
<p align="justify">Em 1957, Mayer deixou a <b>Panair do Brasil</b> e fundou sua 
própria agência de viagens, a <b>Belair Viagens</b>, que chegou a ter 300 
funcionários, com escritórios no Rio de Janeiro e São Paulo. Trabalhou lá até 
sua morte em fevereiro de 1994.</p>
<p align="justify">Entre os pioneirismos da <b>Belair</b>, destacam-se a 
apresentação de destinos diferentes na Flórida, como Key West e Marco Island, a 
introdução do chequinho para crianças no mercado, a ligação via trem entre Miami 
e Orlando e os vôos de helicóptero sobre Nova York. Os vôos <i>charters</i>, 
batizados de <i><b>Fiesta Flight</b></i>, também são uma iniciativa pioneira no 
mercado que a <b>Belair</b>, juntamente com a <b>Neway</b>, <b>Rextur</b> e <b>
Stella Barros</b>, lançou em dezembro de 1989, conseguindo levar em dois anos 
mais de 40 mil passageiros para a Flórida. Pela primeira vez aviões estrangeiros 
fretados por agências brasileiras tinham permissão para vir pegar passageiros no 
Brasil.</p>
<p align="justify">Mayer Ambar foi uma das figuras mais marcantes no 
desenvolvimento do turismo brasileiro, tendo criado um modelo de empresa que 
serviria de inspiração para o mercado que começava a florescer no Brasil.</p>
<p align="justify">De 1981 a&nbsp; 1987, Mayer Âmbar foi presidente do <b>
Sindetur &#8211; Sindicato das Empresas de Turismo </b>no estado do <b>Rio de Janeiro</b>, 
e uma de suas maiores conquistas no cargo, além de ter conseguido comprar a sede 
própria do sindicato, foi ter dado o primeiro passo para a união dos diversos 
sindicatos e a criação de uma federação em nível nacional. A criação da <b>
Coordenadoria dos Sindicatos</b> em conjunto com a <b>Embratur</b> é considerada 
hoje a precursora da atual <span class="aCOpRe"><b>
<em style="font-style: normal">Fenactur</em> – Federação Nacional de Turismo</b>, 
da qual foi um dos fundadores em 1990. </span></p>
<p align="justify"><span class="aCOpRe">Foi ainda presidente do <b>Capítulo 
Brasileiro da ICCA &#8211; International Congress &amp; Convention Association. </b>Fundou 
o <b>Siav &#8211; Sistema Integrado de Agências de Viagens</b>, do qual se tornou 
presidente honorário, que reunia agências de viagens de todo o Brasil. Fez 
parte, também, do conselho diretor do <b>Woodside &#8211; Group of Travel Agents</b>.</span></p>
<p align="justify">Mayer era um homem muito carismático e todos que o conheciam 
tinham grande admiração e respeito por ele. Desde muito jovem desenvolveu uma 
profunda sensibilidade para a música &#8211; especialmente para a música clássica que 
o emocionou muito e que tocava ao piano. Ele também gostava de ler e era um 
homem muito culto.</p>
<p align="justify">A trajetória do empreendedor e admirável figura humana é 
contada no livro “<i><b>O Maestro</b></i>”, do jornalista e consultor em 
comunicação empresarial Fabio Steinberg, lançado em 2016.</p>




<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01-1024x666.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="666" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01-1024x666.jpg" alt="" data-id="1740" data-link="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/mayer-ambar-cadeira-02/mayer-ambar01/" class="wp-image-1740" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01-1024x666.jpg 1024w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01-300x195.jpg 300w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01-768x500.jpg 768w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01-1536x999.jpg 1536w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar01.jpg 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Cópia do visto de entrada de Mayer no Brasil, em 1946.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1992-Perfil-01-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-1749" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1992-Perfil-01-1024x768.jpg 1024w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1992-Perfil-01-300x225.jpg 300w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1992-Perfil-01-768x576.jpg 768w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1992-Perfil-01-1536x1152.jpg 1536w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1992-Perfil-01-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Perfil de Mayer Âmbar, publicado no Jornal Panrotas, em 1992.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Inauguracao-sede-Sindetur-RJ-1.jpg"><img decoding="async" width="786" height="1024" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Inauguracao-sede-Sindetur-RJ-1.jpg" alt="" data-id="1751" data-link="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/mayer-ambar-cadeira-02/mayer-ambar-panrotas-1990-inauguracao-sede-sindetur-rj-1/" class="wp-image-1751" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Inauguracao-sede-Sindetur-RJ-1.jpg 786w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Inauguracao-sede-Sindetur-RJ-1-230x300.jpg 230w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Inauguracao-sede-Sindetur-RJ-1-768x1001.jpg 768w" sizes="(max-width: 786px) 100vw, 786px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">1990 &#8211; Guia Panrotas noticia a aquisição da sede própria do Sindetur/ RJ</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Fundacao-Fenactur-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="754" height="1022" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Fundacao-Fenactur-2.jpg" alt="" data-id="1752" data-link="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/mayer-ambar-cadeira-02/mayer-ambar-panrotas-1990-fundacao-fenactur-2/" class="wp-image-1752" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Fundacao-Fenactur-2.jpg 754w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar-Panrotas-1990-Fundacao-Fenactur-2-221x300.jpg 221w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Matéria de 1990 do Guia Panrotas, noticiando a fundação da Fenactur</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar03-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="339" height="477" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar03-4.jpg" alt="" data-id="1750" data-link="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/mayer-ambar-cadeira-02/mayer-ambar03-4/" class="wp-image-1750" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar03-4.jpg 339w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Ambar03-4-213x300.jpg 213w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>O Maestro</strong>, biografia de Mayer Âmbar, escrita por Fábio Steinberg</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="667" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02-1024x667.jpg" alt="" data-id="1753" data-full-url="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02.jpg" data-link="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/mayer-ambar-cadeira-02/mayer-gaston-ambar02/" class="wp-image-1753" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02-1024x667.jpg 1024w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02-300x196.jpg 300w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02-768x500.jpg 768w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02-1536x1001.jpg 1536w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Mayer-Gaston-Ambar02.jpg 1800w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Mayer Âmbar</figcaption></figure></li></ul></figure>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GEORGE NORMAN KUTOVA – CADEIRA 03</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/georges-norman-kutova-cadeira-03/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 21:45:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 03 de Acadêmico Correspondente foi ocupada em 2011, nove anos após a fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, pelo venezuelano Guido Tassini, fundador da Cadeira nº 03 de Acadêmico Correspondente, que indicou Gerorge Norman Kutova como Patrono da Cadeira. George Norman Kutova ( &#8211; 27 de novembro de 1999, Belo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p align="justify">A <b>Cadeira nº 03 de Acadêmico Correspondente</b> foi 
ocupada em 2011, nove anos após a fundação da <b>Academia Brasileira de Eventos 
e Turismo</b>, pelo venezuelano <b>Guido Tassini</b>, fundador da<b> Cadeira nº 
03 de Acadêmico Correspondente</b>, que indicou <b>Gerorge Norman Kutova</b> 
como Patrono da Cadeira.</p>
<p align="justify">George Norman Kutova <i><b><font size="2">( &#8211; 27 de novembro 
de 1999, Belo Horizonte)</font></b></i> foi Empresário, Jornalista, Publicitário, com grande atuação no setor de Turismo.</p>
<p align="justify">Foi Presidente do <b>Grupo Executivo de Turismo do Governo do Estado de Minas Gerais</b>, Fundador e Diretor Geral da
<b>ADETUR-MG – Agência de Desenvolvimento Turístico do Governo do Estado de Minas Gerais</b>, atual
<b>TURMINAS</b>.</p>
<p align="justify">Foi ainda <b>Secretário Municipal de Cultura, Turismo e Esportes de Belo Horizonte</b>, 
fundador e 1º Presidente da <b>BeloTur – Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte</b>, 
idealizador, fundador e 1º Presidente do <b>Belo Horizonte Convention &amp; Visitors Bureau</b> – Fundação Belo Horizonte Turismo e Eventos, 
e Presidente e Delegado Regional (MG) da <b>UBRAFE – União Brasileira de Promotores de Feiras</b>.</p>
<p align="justify">Deixou um extenso legado, como a estruturação do <b>Sistema de Turismo de Belo Horizonte e Minas Gerais</b>, 
coordenação do grupo multidisciplinar na <b>PBH</b> para construção do P<b>arque das Mangabeiras</b>, em 1980, 
entregando o primeiro conjunto de leis para concessão de equipamentos turísticos à iniciativa privada. </p>
<p align="justify">Prestou consultoria e estruturação do <b>Centro de Feiras e Exposições – Expominas</b>, inaugurado em 1999, e que hoje leva seu nome George Norman Kutova, 
e para o projeto do <b>Centro de Artes e Convenções de Ouro Preto</b>.</p>
<p align="justify">Fundou em 1982 o <b>Grupo Tecnitur</b>, que integra a <i><b>Tecnitur Tecnologia e Empreendimentos de Turismo</b></i>, 
a <i><b>Tecnitur Feiras, Congressos e Eventos</b></i>, a <i><b>Tecnitur Montagens e Equipamentos Promocionais</b></i>,
<b><i>Tecnitur Promoções e Propaganda</i></b>.</p>
<p align="justify">Atuou ainda como:</p>
<p style="margin-left: 40px;margin-top: 0;margin-bottom: 0" align="justify">&#8211; Consultor Técnico do 
<b>SEBRAE/MG</b></p>
<p style="margin-left: 40px;margin-top: 0;margin-bottom: 0" align="justify">&#8211; Diretor da 
<b>Associação Comercial de Minas</b></p>
<p style="margin-left: 40px;margin-top: 0;margin-bottom: 0" align="justify">&#8211; Membro do 
<b>Conselho Estadual de Turismo de Minas Gerais</b></p>
<p style="margin-left: 40px;margin-top: 0;margin-bottom: 0" align="justify">&#8211; Presidente do 
<b>Conselho Municipal de Turismo de Belo Horizonte</b>;</p>
<p style="margin-left: 40px;margin-top: 0;margin-bottom: 0" align="justify">&#8211; Presidente do 
<b>Sindicato de Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de Minas Gerais</b>;</p>
<p style="margin-left: 40px;margin-top: 0;margin-bottom: 0" align="justify">&#8211; Professor da 
<b>Faculdade de Turismo de Belo Horizonte</b> nas Cadeiras de “Teoria de Planejamento e Organização de Turismo”e “Teoria de Comunicação de Massa”</p>
<p align="justify">Como jornalista exerceu a direção de redação de diversos órgãos de imprensa, jornal, rádio e televisão. Como publicitário, foi diretor das agências de propaganda: J.M.M. / Norton / Standard Ogilvy / Know How / Asa. Falecido em 
.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ANNA MARIA MARCONDES MACHADO &#8211; CADEIRA 04</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/anna-maria-marcondes-machado-cadeira-04/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 21:38:30 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://academiaeventos.mwway.com.br/?post_type=cadeiras&#038;p=823</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 04 de Acadêmico Correspondente foi ocupada em 2014, doze anos após a fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, pelo urugauio Arnaldo Nardone, fundador da Cadeira nº 04 de Acadêmico Correspondente, que indicou Anna Maria Marcondes MAchado como Patrona da Cadeira. Anna Maria Marcondes Machado ( &#8211; São Paulo, 14 de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/anna-maria-marcondes-machado-cadeira-04/">ANNA MARIA MARCONDES MACHADO &#8211; CADEIRA 04</a> apareceu primeiro em <a href="https://academiaeventosturismo.org.br">Academia Brasileira de Eventos  e Turismo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p align="justify">A <b>Cadeira nº 04 de Acadêmico Correspondente</b> foi 
ocupada em 2014, doze anos após a fundação da <b>Academia Brasileira de Eventos 
e Turismo</b>, pelo urugauio <b>Arnaldo Nardone</b>, fundador da<b> Cadeira nº 
04 de Acadêmico Correspondente</b>, que indicou <b>Anna Maria Marcondes MAchado</b> 
como Patrona da Cadeira.</p>
<p align="justify">Anna Maria Marcondes Machado <i><b><font size="2">( &#8211; São Paulo, 14 de outubro de 
2012)</font></b></i>, Doutora em Turismo de Eventos pela <b>Universidade do México</b>, foi uma das pioneiras do setor de Eventos e Turismo no Brasil.</p>
<p align="justify">Iniciou sua trajetória como Diretora de Relações Públicas da
<b>Alcântara Machado Feiras</b>, e foi titular de um dos primeiros escritórios de organização de eventos de São Paulo, 
o <b>Marcondes Machado Congressos e Feiras</b>.</p>
<p align="justify">Anna Maria Marcondes Machado foi uma das fundadoras em 1977 da
<b>ABEOC Brasil &#8211; Associação Brasileira de Empresas de Eventos</b>, e foi sua 
primeira presidente no período de 1977 à 1979.</p>
<p align="justify">Também participou da fundação do <b>São Paulo Convention &amp; Visitors 
Bureau</b> em 1983, sendo a primeira Diretora Executiva da entidade de 1983 à 
1985.</p>
<p align="justify">Nos anos 90, Caio Luis de Carvalho, buscou sua experiência 
para a implantação do <b>Plano Nacional de Municipalização do Turismo</b>, 
programa que liderou por uma década. Por quatro anos foi coordenadora do PNMT na
<b>Embratur</b>.</p>
<p align="justify">Seu perfil intransigente e sempre correto pode ser observado 
em entrevista de 2004, na qual dizia referindo-se às praticas na gestão no <b>
PNMT</b>, “<i>Não, era quase proibido perguntar de qual partido era. Funcionava 
assim: o prefeito vinha e dizia, – ‘eu sou do PT, PMDB’, e eu dizia – ‘sim, a 
mim não me interessa o seu partido, porque eu não vou contar qual é o meu, e o 
desenvolvimento do turismo não passa por partido político. Nenhum turista vai 
chegar ao seu município e perguntar qual é o seu partido? O desenvolvimento, a 
saúde e a educação não passam por partidos políticos. O que nós estamos fazendo 
é uma politica de desenvolvimento’. E eu terminava dizendo: – “as ações que 
vamos fazer em seu município não passam por gerência política</i>”.</p>
<p align="justify">Essa era Anna Maria Marcondes Machado. Viveu os últimos 20 
anos em Brasília.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="630" height="370" src="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Roosevelt-Hamam-2007-Homenagem-Expresidentes.jpg" alt="" data-id="1908" data-full-url="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Roosevelt-Hamam-2007-Homenagem-Expresidentes.jpg" data-link="https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/anna-maria-marcondes-machado-cadeira-04/roosevelt-hamam-2007-homenagem-expresidentes/" class="wp-image-1908" srcset="https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Roosevelt-Hamam-2007-Homenagem-Expresidentes.jpg 630w, https://academiaeventosturismo.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Roosevelt-Hamam-2007-Homenagem-Expresidentes-300x176.jpg 300w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Em 2007, durante homenagem da ABEOC Brasil à seus ex-presidentes</figcaption></figure></li></ul></figure>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ARMANDO DE OLIVEIRA PINTO &#8211;  CADEIRA 05</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/armando-de-oliveira-pinto-cadeira-05/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 21:10:46 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://academiaeventos.mwway.com.br/?post_type=cadeiras&#038;p=820</guid>

					<description><![CDATA[<p>sem informação</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>sem informação</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PAULO MACHADO DE CARVALHO – CADEIRA 06</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/paulo-machado-de-carvalho-cadeira-06/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 21:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 06 de Acadêmico Correspondente foi ocupada em 2016, dez anos após a fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, pelo brasileiro naturalizado português Luiz da Gama Mór, fundador da Cadeira nº 06 de Acadêmico Correspondente, que indicou Paulo Machado de Carvalho como Patrono da Cadeira. Paulo Machado de Carvalho (São Paulo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p align="justify">A <b>Cadeira nº 06 de Acadêmico Correspondente</b> foi 
ocupada em 2016, dez anos após a fundação da <b>Academia Brasileira de Eventos e 
Turismo</b>, pelo brasileiro naturalizado português <b>Luiz da Gama Mór</b>, 
fundador da<b> Cadeira nº 06 de Acadêmico Correspondente</b>, que indicou <b>
Paulo Machado de Carvalho</b> como Patrono da Cadeira.</p>
<p align="justify">Paulo Machado de Carvalho <i><b><font size="2">(São Paulo, 9 
de novembro de 1901 — São Paulo, 7 de março de 1992)</font></b></i> foi 
advogado, empresário e dirigente esportivo.</p>
<p align="justify">Conhecido nacionalmente com o título de <i><b>Marechal da 
Vitória</b></i> por ter sido o chefe da delegação brasileira em duas Copas do 
Mundo, é considerado o maior responsável &quot;<i>fora de campo</i>&quot; pelas conquistas 
das <b>Copas do Mundo de 1958 e de 1962</b>; por conta disso, o <b>Estádio do 
Pacaembu</b>, em São Paulo é batizado oficialmente de <b>Estádio Municipal Paulo 
Machado de Carvalho</b> em sua homenagem.</p>
<p align="justify">Além disso, foi responsável pela criação de vários veículos 
de comunicação (tanto no rádio quanto na televisão), sendo o fundador e patrono 
da <b>Record TV</b> e também da <b>Rádio Sociedade Record</b>, atual <b>Rádio 
Record</b>, conhecida também como a &quot;<b><i>Voz de São Paulo</i></b>&quot; na <b>
Revolução Constitucionalista de 1932</b> e uma das ferramentas fundamentais para 
o sucesso dos ideais revolucionários.</p>
<p align="justify"><b>FORMAÇÃO</b><br>
Paulo Machado de Carvalho estudou na <b>Faculdade de Direito do Largo São 
Francisco</b>, e depois foi para a Suíça aprimorar seus estudos. Voltou ao 
Brasil cheio de sonhos, mas sua paixão logo se dirigiu ao rádio, que estava 
recém-inaugurado no Brasil.</p>
<p align="justify"><span style="text-transform: uppercase;font-weight: 700">A 
carreira no rádio e na TV</span><br>
Em 1931, Paulo Machado de Carvalho adquiriu a <b>Rádio Record</b> e criou a <b>
Associação das Emissoras de São Paulo</b>. O estúdio da Record ficava na Praça 
da República e, apesar de pequeno, reunia orquestras inteiras para a 
apresentação de programas musicais.</p>
<p align="justify">Nos primeiros anos de trabalho, Paulo Machado de Carvalho fez 
de tudo no rádio: selecionou músicas, arquivou discos, dirigiu programas. 
Durante a época em que estava na Record, participou da produção do primeiro 
jornal falado da rádio, comandado por Assis Chateaubriand. Em 1944 adquiriu a <b>
Rádio Panamericana</b>, que passou a integrar o <b>Grupo das Emissoras Unidas</b> 
e em 1965 mudaria seu nome para <b>Jovem Pan</b>.</p>
<p align="justify">Em 27 de setembro de 1953, Paulo inaugurou a <b>TV Record</b>, 
realizando um outro sonho que alimentava desde a chegada da televisão ao Brasil 
três anos antes, em 1950. A emissora entrou no ar com o que tinha de mais 
moderno à época, com todos os equipamentos importados dos Estados Unidos e 
entregues no Porto de Santos. Antes da Record havia mais duas emissoras de TV em 
São Paulo, a <b>TV Tupi</b> e a <b>TV Paulista</b>.</p>
<p align="justify">A <b>TV Record</b> teve fases de rede nacional de televisão 
que não deram certo: em 1959, foi formada a <b>Rede de Emissoras Unidas de Rádio 
e Televisão</b>, e em 1968, a <b>Rede de Emissoras Independentes &#8211; REI</b>.</p>
<p align="justify">Como empresário, destacou-se na área de mídia formando um 
grupo de empresas do setor que incluía as seguintes emissoras: <b>TV Record, 
Rádio Record, Rádio Excelsior, Rádio São Paulo, Rádio Panamericana (Jovem Pan) 
AM </b>e<b> Rádio Panamericana (Jovem Pan) FM</b>. Algumas dessas emissoras 
foram vendidas posteriormente, como a <b>Rádio Excelsior</b>, que atualmente 
pertence às <b>Organizações Globo</b>, utilizando a denominação <b>Central 
Brasileira de Notícias &#8211; CBN</b>.</p>
<p align="justify">Em 1989, sua família com a família de Silvio Santos se viu 
obrigada a vender a <b>TV e Rádio Record</b> para o empresário Edir Macedo, 
líder da <b>Igreja Universal do Reino de Deus</b>. </p>
<p align="justify">Atualmente, apenas as rádios <b>Jovem Pan AM e FM</b> 
pertencem à família Machado de Carvalho e são dirigidas por seu neto Antônio 
Augusto Amaral de Carvalho Filho, conhecido como Tutinha. A <b>FM Record</b> foi 
vendida para as <b>Organizações Sol Panamby</b>, um grupo empresarial e 
conglomerado de mídia brasileiro da família Quércia com o nome de <b>Nova FM 
Record</b>, depois <b>Nova FM</b> e atualmente <b>NovaBrasil FM</b>.</p>
<p align="justify"><span style="text-transform: uppercase;font-weight: 700">
carreira esportiva<br>
</span>Na área esportiva, Paulo Machado foi vice-presidente do <b>São Paulo 
Futebol Clube</b> em 1934, presidente entre 1946 e 1947, e vice-presidente entre 
1955 e 1956. A partir do ano seguinte, assumiu o departamento de Futebol e 
chegou a pagar torcedores para vaiar o time quando jogava mal no primeiro tempo 
e, no intervalo, mostrava a reação da torcida aos jogadores em busca de &quot;<i>reações 
heróicas</i>&quot;.</p>
<p align="justify">Ao lado de João Havelange, então presidente da <b>
Confederação Brasileira de Desportos &#8211; CBD</b>, foi dirigente do futebol 
brasileiro, tendo sido <b>Chefe das Delegações</b> campeãs mundiais de 1958 
(Suécia) e 1962 (Chile), o que lhe valeu o apelido de &quot;<i><b>Marechal da Vitória</b></i>&quot;. 
Na ocasião da primeira conquista, foi convidado por Havelange e preparou o plano 
para a Copa desde meados de 1957. &quot;<i>Olha, doutor Paulo</i>&quot;, pediu Havelange. 
&quot;<i>Preciso de uma seleção que faça o povo esquecer a de 1950, uma seleção 
vitoriosa, um time campeão. E porque eu preciso de tudo isso é que o quero como 
seu chefe. Arme tudo como quiser. Com carta branca</i>&quot;. O plano foi elaborado 
com a colaboração de jornalistas com experiência no futebol e foi transformado 
em um livro chamado <i><b>O Plano Paulo Machado de Carvalho</b></i>. Nos últimos 
preparativos, já na Suécia, era vítima constante das brincadeiras de Mané 
Garrincha, que aparecia com o dedo imitando um revólver e dizia &quot;<i>Doutor 
Paulo, &#8216;teje&#8217; preso</i>&quot;, para, algum tempo depois, voltar e dizer &quot;<i>Teje 
solto</i>&quot;.</p>
<p align="justify">Quando o Brasil teve de jogar a final com seu segundo 
uniforme, azul, Carvalho, para tranqüilizar os jogadores, teria dito que o 
uniforme lhes daria sorte, pois era da cor do manto de <b>Nossa Senhora 
Aparecida</b> &quot;P<i>or ocasião do sorteio das camisas, fiquei sabendo que houve 
um golpe, porque tinha sido feito sem o conhecimento do Brasil</i>&quot;, contaria. 
Ele então decidiu não contar aos jogadores sobre o sorteio, apresentando a 
camisa como uma decisão: &quot;<i>Olha, turma, o Brasil vai jogar com a camisa azul, 
porque é a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida</i>&quot;. Em entrevista ao jornal
<b>Popular da Tarde</b>, em 1970, Carvalho vangloriou-se da medida: &quot;<i>É, meu 
filho. Muita gente não sabe, mas esse golpe de bastidores é muito importante. E 
eu sei fazer isso.</i>&quot; Pelé, no entanto, disse em entrevista a <b>O Estado de 
S. Paulo</b> em 2008 não se lembrar deste fato. Carvalho já tinha fama de 
supersticioso naquela Copa. Voltando ao Brasil para desfilar em carro aberto com 
os jogadores, não se cansou de mostrar a taça ao povo. Na viagem ao Chile, para 
aquela que seria a segunda conquista do Brasil, Paulo mostrou toda sua 
superstição ao usar o mesmo terno marrom que usava todos os dias &quot;<i>para dar 
sorte</i>&quot; na Copa anterior, que tinha virado motivo de piada entre os 
jogadores.</p>
<p align="justify">Em razão das boas campanhas futebolísticas e da brilhante 
carreira empresarial, recebeu homenagem da prefeitura de São Paulo: o <b>Estádio 
do Pacaembu</b> leva o seu nome desde 1961, como homenagem prestada pelo então 
prefeito Prestes Maia. Em 1970 foi eleito para seu último cargo esportivo: 
vice-presidente da <b>Federação Paulista de Futebol</b>.</p>
<p align="justify">Em 1988, Paulo Machado de Carvalho foi o o tema do enredo da 
escola de samba <i><b>Rosas de Ouro</b></i> para o Carnaval: &quot;<i><b>Carvalho, 
madeira de lei — Paulo Machado de Carvalho.</b></i>&quot; A escola da Brasilândia 
terminou o concurso na sexta colocação, entre doze escolas.</p>
<p align="justify">Em 1992 foi inaugurada a escultura <i><b>Busto de Paulo 
Machado de Carvalho</b></i>, de autoria do artista Luis Morrone, exposta no <b>
Estádio do Pacaembu</b>.</p>

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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ALDO LEONE &#8211; CADEIRA 07</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/aldo-leone-cadeira-07/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 20:52:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 07 de Acadêmico Correspondente da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, foi ocupada pela chilena Ana Maria Montes, Acadêmica-Fundadora da Cadeira, que indicou Aldo Leone como Patrono da Cadeira. Aldo Leone veio para o Brasil em 1936 desembargando em Santos. Em 1953, Aldo Leone montou uma agência de receptivo em Santos, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <b>Cadeira nº 07 de Acadêmico Correspondente</b> da <b>Academia Brasileira 
de Eventos e Turismo</b>, foi ocupada pela chilena <b>Ana Maria Montes</b>, 
Acadêmica-Fundadora da<b> </b>Cadeira, que indicou <b>Aldo Leone</b> como 
Patrono da Cadeira.<p align="justify">Aldo Leone veio para o Brasil em 1936 desembargando em Santos. </p>
<p align="justify">Em 1953, Aldo Leone montou uma agência de receptivo em 
Santos, a <b>Agência Auxiliar de Turismo &#8211; Agaxtur</b>. Nesta época, os navios paravam no país apenas para paradas técnicas e não havia quem oferecesse serviços aos tripulantes em trânsito. Em 1963, Leone fretou o navio Rosa da Fonseca para uma viagem de 26 dias a Manaus. </p>
<p align="justify">Desta data até julho de 1968 foram realizados 16 cruzeiros no Amazonas pela
<b>Agaxtur</b>. Neste mesmo ano, o empresário fez parceria com a <b>Costa Armatori</b> e trouxe ao Brasil o navio 
<b>Andrea C</b>, inclusive é o nome de sua filha caçula e hoje uma das vice-presidentes da empresa. </p>
<p align="justify">A empreitada deu certo e a <b>Costa Armatori</b> resolveu investir no Brasil e com a força de vendas da 
<b>Agaxtur </b>trouxe os navios <b>Franca C</b>, <b>Italia, Danae, Enrico C, Eugenio C, Frederico C, Costa Allegra, Costa Marina, Tropicale
</b>e<b> Costa Classica</b>.</p></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMAR GUAZELLI &#8211; CADEIRA 08</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/omar-guazelli-cadeira-08/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 20:34:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 08 de Acadêmico Correspondente foi ocupada em 2011, cinco anos após a fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, pelo alemão Werner Dornscheidt, fundador da Cadeira, que indicou Omar Guazzelli como Patrono da Cadeira. A atuação profissional de Omar Guazzelli ( &#8211; 05 de junho de 1998, São Paulo) no mercado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p align="justify">A <b>Cadeira nº 08 de Acadêmico Correspondente</b> foi 
ocupada em 2011, cinco anos após a fundação da <b>Academia Brasileira de Eventos 
e Turismo</b>, pelo alemão <b>Werner Dornscheidt</b>, fundador da<b> </b>
Cadeira, que indicou <b>Omar Guazzelli</b> como Patrono da Cadeira.</p>
<p align="justify">A atuação profissional de Omar Guazzelli <i><b>
<font size="2">( &#8211; 05 de junho de 1998, São Paulo)</font></b></i> no mercado de feiras se iniciou nos anos 70, na 
<b>Alcântara Machado</b>, como diretor de diversas feiras. </p>
<p align="justify">Em 1975, criou a<b> Guazzelli Associados</b> com o objetivo de desenvolver o segmento de feiras setoriais especificas. A sua primeira iniciativa foi a
<i><b>Fenavem – Feira Nacional de Vendas e Exportação de Móveis</b></i>, realizada no 
<b>Anhembi</b>, em setembro de 1976, e que ao longo de edições anuais se consolidou como o maior evento da indústria moveleira brasileira e latino-americana. </p>
<p align="justify">Posteriormente, Guazzelli teve a iniciativa de diversificar o ramo de atuação, criando outros diversos eventos próprios, tais como a 
<b><i>Fehab-Fenacom</i></b>, <i><b>Brasil Transpo</b></i>, <i><b>Feira Internacional de Informática</b></i>, 
<i><b>Comdex/Sucesu</b></i>, <i><b>Brasil Motor Show</b></i> e outros. No final dos anos 80 e durante toda a década de 90, 
a <b>Guazzelli Associados </b>foi a segunda maior do gênero na América Latina. </p>
<p align="justify">Com personalidade forte, Omar Guazzelli era um empreendedor e um “<i>vendedor</i>” nato. Cativava seus interlocutores com sua postura positiva, produtiva. Era incansável. Acreditava (e amava) seus projetos e sempre tinha o mais firme propósito de alcançar seus objetivos, independentemente dos obstáculos que se apresentavam nos percursos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FRANCISCO (CICCILLO) MATARAZZO SOBRINHO – CADEIRA 01</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/francisco-matarazzo-sobrinho-ciccillo-matarazzo-cadeira-01/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 19:26:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://academiaeventos.mwway.com.br/?post_type=cadeiras&#038;p=780</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 01 foi ocupada já em 2006, na fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, por Sergio Junqueira Arantes, Acadêmico Fundador da Cadeira nº 01, que indicou Francisco (Cicillo) Matarazzo Sobrinho como Patrono da Cadeira. Francisco (Cicillo) Matarazzo Sobrinho (São Paulo, 20 de fevereiro de 1898 — São Paulo, 16 de abril [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">A </span>
<span style="text-transform: uppercase">Cadeira nº 01</span><span style="font-weight: 400"> 
foi ocupada já em 2006, na fundação da </span>Academia Brasileira de Eventos e 
Turismo<span style="font-weight: 400">, por </span>Sergio Junqueira Arantes<span style="font-weight: 400">,
</span><span style="text-transform: uppercase">Acadêmico Fundador</span><span style="font-weight: 400"> 
da </span>Cadeira nº 01<span style="font-weight: 400">, que indicou </span>
Francisco (<i>Cicillo</i>) Matarazzo Sobrinho<span style="font-weight: 400"> 
como </span>Patrono<span style="font-weight: 400"> da Cadeira.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Francisco (<i>Cicillo</i>) 
Matarazzo Sobrinho (<i>São Paulo, 20 de fevereiro de 1898 — São Paulo, 16 de 
abril de 1977</i>). Industrial, mecenas. Filho de <b>Andrea Matarazzo </b>e 
sobrinho do <b>conde Francesco Matarazzo</b>. Foi casado com <b>Yolanda Penteado</b>.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Em 1908, é enviado a Nápoles, 
Itália, para completar o ensino médio, e depois a Liège, Bélgica, onde cursa 
engenharia. Sobrinho do <b>conde Francisco Matarazzo</b> (1854 -1937), italiano 
que construiu um dos maiores complexos industriais do Brasil, comanda parte do 
conglomerado de indústrias metalúrgicas da família. Com o desmembramento das 
empresas, na década de 1930, torna-se o único proprietário da <b>Metalúrgica 
Matarazzo-Metalma</b>.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">A partir de meados da década 
de 1940, estreita relações com intelectuais de projeção da <b>Universidade de 
São Paulo &#8211; USP</b>. O contato com personalidades como o crítico de arte <b>
Sérgio Milliet</b> (1898-1966) e o arquiteto <b>Eduardo Kneese de Mello</b> 
(1906-1994) faz crescer seu interesse pelas artes e alimenta seu plano de criar 
em São Paulo um museu dedicado à produção artística moderna. Em 1947, casa-se 
com <b>Yolanda Penteado</b> (1903-1983), pertencente a uma tradicional família 
cafeicultora paulista. Nesse mesmo ano, por motivos de saúde, passa uma 
temporada em um sanatório em Davos, Suíça, onde conhece <b>Karl Nierendorf</b> 
(1889-1947), galerista alemão atuante nos Estados Unidos. Com ele idealiza a 
montagem de uma exposição de arte abstrata para a abertura do museu que pretende 
fundar.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Por intermédio do industrial 
norte-americano <b>Nelson Rockefeller</b> (1908-1979), da <b>Standard Oil</b>, 
obtém um acordo de cooperação com o <b>Museum of Modern Art &#8211; MoMA</b> (Museu de 
Arte Moderna] de Nova York). Assume então a liderança do projeto de criação do
<b>Museu de Arte Moderna de São Paulo &#8211; MAM/SP</b>, valendo-se de entendimentos 
mantidos entre Milliet e Rockefeller desde 1942. O estatuto do <b>MAM</b>, 
pautado no funcionamento do <b>MoMA</b>, é estabelecido em 1948. No ano seguinte 
o museu é inaugurado, na rua Sete de Abril 230, no mesmo prédio, de propriedade 
de <b>Assis Chateaubriand</b> (1892-1968), onde funciona o <b>Museu de Arte de 
São Paulo Assis Chateaubriand &#8211; Masp</b>. Em 1958, o <b>MAM</b> é transferido 
para o <b>Parque do Ibirapuera</b>.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Com o amigo de infância e 
engenheiro <b>Franco Zampari</b> (1898-1966), cria em 1948 o <b>Teatro 
Brasileiro de Comédia &#8211; TBC</b>, e em 1949 a <b>Companhia Cinematográfica Vera 
Cruz</b>, em São Paulo.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Ciccillo preside a <b>
Comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo</b>. O local escolhido para 
sediar a maior parte dos eventos é o Ibirapuera, onde se planeja construir um 
grande parque, e para projetar o conjunto de edificações é convidado o arquiteto
<b>Oscar Niemeyer</b> (1907-2012).</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">O mecenas é o idealizador e 
principal responsável pela realização da <b>Bienal Internacional de São Paulo</b>. 
A primeira edição ocorre em 1951 na área do já demolido <b>Trianon</b>, na 
avenida Paulista, e tem como eventos integrados a <b>Exposição Internacional de 
Arquitetura</b> e o <b>Festival Internacional de Cinema</b>. Em 1962, resolve 
separar a bienal do MAM, e cria a <b>Fundação Bienal</b>. No ano seguinte, 
decide doar o acervo do <b>MAM</b> à <b>USP</b>, apesar das tentativas de 
diversos conselheiros e do diretor artístico do museu, o crítico Mário Pedrosa 
(1900 &#8211; 1981), de dissuadi-lo do propósito. Em janeiro de 1963, o MAM é extinto 
e seu patrimônio transferido para a USP, e, em reconhecimento a essa doação, 
recebe da reitoria da universidade o título de <i>doutor honoris causa</i>.
</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Em 17 de setembro de 1954, 
foi agraciado com o grau de <i><b>Grande-Oficial da Ordem Militar de Cristo</b></i>, 
de Portugal.</span></h4>
<h4 align="justify"><span style="font-weight: 400">Foi prefeito de Ubatuba de 
1964 a 1969, pelo Partido Social Progressista (PSP).</span></h4>
<h4 align="justify">&nbsp;</h4>

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		<title>MODESTO MASTROROSA – CADEIRA 02</title>
		<link>https://academiaeventosturismo.org.br/cadeiras/modesto-mastrorosa-cadeira-02/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 19:18:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cadeira nº 02 foi ocupada já em 2006, na fundação da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, por Goiaci Alves Guimarães, Acadêmico Fundador da Cadeira nº 02, que indicou Modesto Mastrorosa como Patrono da Cadeira. Nascido na Itália, Modesto Mastrorosa ( &#8211; São Paulo, 21 de outubro de 1999) foi um dos fundadores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p align="justify">A <span style="text-transform: uppercase"><b>Cadeira nº 02</b></span> 
foi ocupada já em 2006, na fundação da <b>Academia Brasileira de Eventos e 
Turismo</b>, por <b>Goiaci Alves Guimarães</b>,
<span style="text-transform: uppercase"><b>Acadêmico Fundador</b></span> da <b>
Cadeira nº 02</b>, que indicou <b>Modesto Mastrorosa</b> como <b>Patrono</b> da 
Cadeira.</p>
<p align="justify">Nascido na Itália, <b>Modesto Mastrorosa</b> <i>( &#8211; São Paulo, 21 de outubro de 
1999)</i> foi um dos fundadores e primeiro presidente da <b>ABAV São Paulo</b>, em 1959. Era um pioneiro e um dos agentes de viagens da mais autêntica “<i>velha guarda</i>”. Antes de ter sua própria empresa 
já militava no setor, trabalhando na <b>Breda </b>e na <b>Exprinter</b>, em São Paulo, quando realmente descobriu as possibilidades do turismo, do qual era um dos mais fanáticos defensores. </p>
<p align="justify">Sua agência de viagens, a <b>Tour Brasil</b>, foi inaugurada em 1943 e especializou-se em turismo rodoviário, ao mesmo tempo em que organizava excursões marítimas à Europa, num tempo em que o avião ainda não havia conquistado seu espaço definitivo. Foi ele quem vendeu as primeiras passagens aéreas, tão logo elas passaram a ser comercializadas. A nona edição do 
<b>Congresso da ABAV</b>, em 1981, foi a consagração de Mastrorosa, pelo muito que realizou em favor da categoria e da atividade turística, de acordo com observadores da época.</p>
<p align="justify">Além de presidente da <b>ABAV São Paulo</b> e da <b>ABAV Nacional</b>, entre 1983 e 1989, também foi presidente do <b>Clube Atlético Juventus</b>, do <b>Sindetur/ SP</b> e ainda um dos grandes líderes de uma associação comunitária paulista, a <b>São Vito</b>, formada basicamente por italianos e descendentes. </p>
<p align="justify">No<b> Conselho Nacional da ABAV</b>, durante seis anos, incentivou a criação de novos capítulos estaduais e, para se aproximar dos poderes constituídos em Brasília, comprou uma sede própria para a associação. Entre seus embates, um dos mais duros foi contra a manutenção, por parte do Banco do Brasil, da agência de viagens <b>BBTur</b> que, segundo ele, fazia concorrência desleal às milhares de agências instaladas no País.</p>



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